Foi após grandes negociações que o YouTube conseguiu (finalmente) chegar a um acordo com os estúdios de Hollywood, entre eles a Sony Pictures Entertainment, Warner Brothers, Universal como também estúdios independentes como a Lionsgate, Kino Lorber, etc, ficando de foram nomes de distribuidoras/estúdios como a Paramount, a Fox e a Disney por considerarem esta forma de distribuição de conteúdos muito fácil de perder o controlo.

Para já ainda não existem valores públicos do custo do serviço, sabendo-se apenas que os conteúdos serão amplos e o mais variado possível, mas isso vai caber-nos a nós, avidos consumidores de vídeos e utilizadores finais julgar o «cardápio» futuro a apresentar.

Com 130 milhões de visitantes, o Youtube corre o risco de tornar-se no maior distribuidor de conteúdos de vídeo, desde que consiga conjugar a realção preço/qualidade ao alcance de todos. O potencial deste portal é ameaçador para muitos serviços, como o netflix, mas penso que as reacções não se farão esperar.